Introdução: ( continuação parte II)

Vamos iniciar relembrando fatos ocorridos, graça a Deus, longe do Brasil, para no decorrer do histórico fazer reflexão e ver a comparação brutal. Pasmem os senhores: onze (11) de setembro de 2001, nos EUA dois aviões são direcionados a chocarem nas torres gêmeas ( Wold Trade Center), onde numa estimativa morreram  seis mil (6.000) pessoas, e a partir desse atentado terrorista o presidente dos EUA , senhor Gorge W. Buschi , foi a procura do terrorista Hozama Bin Lader, e utilizando de armas sofisticadas, missius moderníssimos, invadiram o Alfaginistão, onde entre aliados dos EUA e supostos inimigos, morreram mais dez mil (10.000) pessoas, dali o EUA vislumbraram que o presidente do Irac Sadan Hussem estava dando suporte a Bin Lader e naquele país tinha armas de destruição em massa (nucleares), e declararam guerra ao Irac, e dentre aliados e supostos inimigos morreram mais  trinta mil (30.000) pessoas, e em decorrências dessas guerras, houveram vários atentados terroristas, como explosão do metrô em Londres e outros, onde entre aliados e supostos inimigos morreram mais  vinte mil (20.000) pessoas, valendo salientar que até hoje estão morrendo pessoas em decorrência dessa guerra, e arrisco a afirmar que já somam pelo menos sessenta mil (60.000) pessoas, vitimas dessa guerra
Essas informações foram colhidas através da mídia escrita e televisada, e o número de mortes pode sofrer alteração num percentual de 20% para menos ou para mais. Agora pasmem os senhores, no Brasil em 2002 morreram pelo menos cem mil (100.000) pessoas! O trânsito matou trinta e cinco mil (35.000) pessoas e sessenta e cinco mil (65.000) pessoas morreram vitimadas por homicídios, em guerras urbanas e principalmente na guerra do tráfico de substância entorpecentes, e aqui no Brasil não foi usado aviões e nem armas de destruição em massa! Todavia, nossos governantes têm a noção dessa guerra interna, e no ano de 2005 foi criada a Lei do desarmamento, posteriormente, inclusive concitando o povo a entregarem as armas em troca de um pagamento, foi uma forma de retirar certa quantidade de armas de fogo das ruas, e assim diminuir os chamados crimes domésticos, e o governo federal através do Ministério da Justiça tem tentado colaborar com planos e projetos de investimentos em segurança pública, principalmente no setor de inteligência, com ferramentas eficientes, armamentos e viaturas, além de cursos de capacitação para policiais, e a criação da Força Nacional que será de grande utilidade em ações pontuadas.
Com todas essas ações do governo certamente as estatísticas acentuará diminuição do número de mortes, sobretudo nas mortes oriundas das chamadas violência doméstica, e nos crimes urbanos pontuados e geoprocessados pela tecnologia já implantada em quase todos Estados da federação.
Somos da posição que para ter melhor qualidade de vida, com segurança, saúde, lazer, moradia, como explicita o art.6º  da Constituição federal,  o Brasil deve evoluir, passar por uma reengenharia, e caminhar junto com o crescimento da tecnologia, estamos na era da velocidade da comunicação. O Brasil deverá investir maciçamente na Educação, pois qualquer política educacional tem que coadunar hoje, com tecnologia. Já observamos algumas evoluções na área da educação, como já ficou para traz a escola tradicional, tecnicista e estamos vivendo a escola nova, uma maneira democrática de ensinar e preparar o aluno para o mundo, mas é evidente que todo novo modelo tem que haver parâmetros, ou equilíbrio e receita financeira, remunerar bem nossos professores para serem incentivados também em acompanhar a tecnologia e repassar informações e conhecimentos com eficiência e de forma prazerosa.

Sabemos que o crime não coisa só de pobre, pois ele ocorre também com ricos, mas podemos afirmar que o crime ocorre com maior freqüência com aquelas pessoas menos favorecida em educação, basta pesquisar para perceber que, por exemplo: na Casa de Custódia de Palmas, estado do Tocantins, uma aluna de pedagogia da Unitins, de nome Silvana, solicitou informação sobre quantos presos com o segundo grau completo tem naquela unidade prisional, que hoje conta com uma população carcerária de duzentos e oitenta (280) presos, dos quais somente, um possui curso superior completo, e (12) doze possui o segundo grau completo, e o restante possui somente o fundamental ou são analfabetos. Veja os senhores, somente uma Unidade prisional sediada numa capital, pode-se constatar que o presídio não está cheio de presos letrados. Além disso, afirmo com propriedade, e estamos investindo juntamente com a Secretaria da Educação, Segurança Pública, Justiça e Cidadania  e Governo Federal, na alfabetização desses presos com a chamada Escola para Jovens e Adultos (EJA), numa tentativa eficaz de ressocialização desses presos, para quando terminarem de cumprir suas penas, saírem pelo menos com um mínimo de cultura para que não venha a reincidir no crime. ( continua parte III)

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